Modelo de evolução de terapia ocupacional

Registro curto de um atendimento: estado do paciente, atividades realizadas, resposta, orientações e plano para o próximo.

Para terapia ocupacional

O que o documento precisa ter

Número do atendimento
Quando se aplica.
Estado inicial · obrigatório
Sempre presente.
Atividades realizadas · obrigatório
Sempre presente.
Resposta
Quando se aplica.
Orientações
Quando se aplica.
Plano para o próximo atendimento
Quando se aplica.
Evolução · obrigatório
Sempre presente.

Exemplo preenchido

Paciente e dados fictícios

Evolução de terapia ocupacional

Número do atendimento
5/24
Estado inicial
Chega acompanhado da esposa, que relata que ele vestiu a camisa sozinho em 4 dos 7 dias e usou a tábua adaptada em duas refeições. Refere a mão direita "menos dormente". Órtese noturna em uso todas as noites, sem marcas na pele. Sem queixas de dor.
Atividades realizadas
• Treino de vestuário de parte superior com camisa de botões grandes, assistência mínima apenas nos dois últimos botões • Preparo de sanduíche na cozinha terapêutica com tábua fixadora e faca adaptada, 15 min, MSD estabilizando o pão • Tarefa bimanual de transferência de objetos (Box and Blocks modificado), 3 séries de 1 min • Estimulação sensorial da mão direita com texturas e discriminação de objetos com olhos fechados, 10 min
Resposta
Boa tolerância e engajamento; completou o sanduíche sem ajuda nas etapas de corte. Fadiga leve do MSD ao final. Acertou 6 de 8 objetos na discriminação tátil (3 de 8 no atendimento 2).
Orientações
Manter o treino de vestuário diário e passar a usar a mão direita para segurar o copo em todas as refeições; esposa orientada a não abotoar pelo paciente.
Plano para o próximo atendimento
Progredir para camisa com botões médios e iniciar preparo de refeição quente simples (ovo mexido) com supervisão.
Evolução
Paciente comparece ao 5º de 24 atendimentos acompanhado da esposa, que relata adesão ao treino de vestuário em 4 dos 7 dias e uso da tábua adaptada em duas refeições; refere melhora da sensibilidade da mão direita e usa a órtese noturna sem intercorrências cutâneas. Realizados treino de vestuário de parte superior com assistência mínima nos botões finais, preparo de sanduíche na cozinha terapêutica com adaptações, tarefa bimanual de transferência de objetos e estimulação sensorial da mão direita. Boa tolerância e engajamento, com fadiga leve do membro superior direito ao final; discriminação tátil evoluiu de 3/8 para 6/8. Orientado a ampliar o uso do membro superior direito nas refeições; esposa orientada a não realizar a tarefa pelo paciente. Programada progressão para botões médios e preparo de refeição quente simples no próximo atendimento.

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